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Jerônimo volta à Bahia com missão de mitigar seca no interior do estado


Após sete dias em viagem internacional, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) desembarcou na capital na madrugada de hoje.


Acompanhando a comitiva do presidente Lula (PT), o chefe do Executivo estadual esteve debruçado na captação de recursos para a Bahia, além de apresentar o programa Bahia+Verde, considerado o maior no quesito de transição energética, econômica e social do Brasil, na COP28, realizada nos Emirados Árabes.


De volta à Bahia, o gestor enfrenta mais um desafio: solucionar o problema da seca que atinge diversos municípios baianos.


O tema vem sendo discutido na Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), pelos deputados estaduais, que apontam preocupação sobre o assunto.


Parlamentares, principalmente da oposição, questionam a redução da queda do setor produtivo nas cidades do interior, que sofrem pela falta de chuva.


No início desta semana, a Federação da Agricultura e Pecuária da Bahia (Faeb) emitiu um comunicado alertando sobre a intensificação da seca no estado.


A nota ressaltou que a prolongada estiagem dos últimos meses afetou 131 municípios, já declarados em estado de emergência, e outros enfrentam dificuldades devido à escassez de chuvas.


Essa condição tem causado danos, impactando negativamente a geração de empregos e podendo resultar no aumento dos preços de itens essenciais. 


A nota em questão foi assinada por Humberto Miranda, presidente da Faeb.


"Já foram contabilizadas milhares de mortes de cabeças de gado por falta de comida e água, principalmente na grande região semiárida, que representa a maior parte do território estadual.”


“Também há grandes perdas na produção de fruticultura e milho, além dos impactos no Oeste baiano, responsável por grande parte do que a Bahia exporta, gerando milhares de empregos diretos e indiretos", aponta o texto. 



Diante da situação, deputados baianos têm feito cobranças ao governo do Estado para mitigar os prejuízos que podem ser causados pela estiagem no território baiano, que, neste momento, promete ser mais severa por conta do El Nino, um fenômeno climático que envolve fatores atmosféricos e oceânicos, caracterizado pelo aumento das temperaturas do oceano Pacífico. 

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